Engenheiro ou arquiteto que projeta bem e cobra mal não tem problema técnico. Tem problema de preço, de contrato e de controle de obra — as três coisas que a faculdade não ensina e que ninguém te mostra depois.
O Operação são 8 semanas em turma pequena, comigo, destrinchando a operação que eu uso na minha própria firma — escritório de arquitetura e engenharia e construtora, sob o mesmo CNPJ: como componho preço, como faço proposta, o que meu contrato tem, como controlo obra e onde exatamente o dinheiro vaza.
Em 8 semanas, o seu conhecimento técnico vira posicionamento, clientes, propostas melhores, precificação, processo comercial e um escritório que cresce — montado com os seus números, não com exemplo de apostila.
Projeto arquitetônico, estrutural e complementares, e a construtora que executa a obra — tudo sob o mesmo teto.
Isto não é mentoria de engenheiro com arquiteto de convidado. Eu gerencio um escritório de arquitetura — sei como é cobrar por m² e ver o cliente comparar seu projeto com o de quem cobra a metade, como é o anteprojeto que vira revisão infinita, e como é descobrir na obra que o complementar não conversa com o arquitetônico.
Preço de projeto, escopo de revisões, RRT, acompanhamento de obra e compatibilização entram nas 8 semanas com o mesmo peso que orçamento e estrutura.
Eu não sou só projetista. A G+1 também é construtora — eu contrato equipe, compro material, meço obra, faço aditivo e corro o risco do preço fechado. Sei como é a obra que fatura bem e não sobra nada: imposto fora do BDI, serviço extra executado sem aditivo assinado, atraso que ninguém cobra e canteiro rodando por conta da casa.
BDI calculado, medição atrelada ao cronograma físico‑financeiro, controle de orçado × comprado e encerramento de obra entram nas 8 semanas com o mesmo peso que preço de projeto.
Quando você cobra por hora, você vende a parte mais barata do que faz: o tempo. O que o cliente realmente compra é a certeza de que a obra dele não vai virar um processo — e essa certeza tem preço, tem escopo e tem contrato.
É essa leitura que muda o seu número. Não é técnica nova, não é marketing, não é postar mais: é saber o que você custa, o que você assume e o que você cobra por isso. E é exatamente o que a gente faz nas 8 semanas.
Você já tem a parte difícil: o conhecimento técnico. O que falta é transformar isso em operação — e é exatamente esse o trabalho das 8 semanas.
Na mentoria, a gente pega o que você já sabe fazer e converte em seis coisas:
Não é aula para assistir e esquecer. Cada semana termina com uma peça da sua operação montada, com os seus números, e revisada por mim.
A maior parte do ganho não vem de conseguir mais clientes. Vem de parar de entregar de graça o que já está sendo feito. Três vazamentos que a gente fecha:
de revisão num projeto de 50h orçadas. Cobradas pela sua hora real, é faturamento que já existe e hoje você entrega de presente.
numa obra de R$800 mil. "Aproveita e já faz isso" — repetido 30 vezes, vira a margem inteira.
em 2 meses de canteiro rodando por conta da construtora, porque o contrato não previa prorrogação com custo.
Números de um exemplo de conta usado na mentoria, não promessa de resultado. O seu diagnóstico, na semana 1, mostra os seus.
Uma hora e meia de encontro semanal. São 8 semanas para 8 vagas: cada aluno tem uma semana em que abre a própria operação na tela — orçamento real, proposta real, contrato real — e a turma inteira conserta junto. É onde o aprendizado acontece de verdade.
Esta é a primeira turma. Eu não tenho ainda o depoimento de engenheiro que dobrou o preço do projeto depois de trabalhar comigo — e é isso que eu quero desta turma. Por isso o preço é outro, e as vagas são poucas.
Você entra pela metade do preço. Em troca, eu peço duas coisas ao fim das 8 semanas: um depoimento em vídeo e o número real do que mudou — preço que você passou a cobrar, contrato que fechou, obra que deixou de perder. Se não mudar nada, eu quero saber disso também, e com a mesma franqueza.
Este preço não volta. Quem entra na fundadora entra uma vez; a turma 02 sai a R$4.997 e as seguintes não descem.
Engenheiro civil e de segurança do trabalho, CREA‑SC 165686‑9, fundador da G+1 Empreendimentos, em Joinville. A G+1 é escritório de arquitetura e engenharia e construtora: fazemos projeto arquitetônico, estrutural e complementares, e executamos as obras — com equipe própria, compra de material, medição e contrato de empreitada no nosso nome. Não ensino operação de memória: eu opero a minha todos os dias, com equipe e obra em andamento.
Responda com sinceridade — é com isso que eu monto uma turma que funciona junto. Ao enviar, seu WhatsApp abre com as respostas preenchidas para você mandar a mensagem.
Se a resposta for não, a conta de entrar nesta turma se paga no primeiro contrato reprecificado.
Quero uma vaga na turma fundadora